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"Mais uma vez a conta não pode ser paga pelos trabalhadores" declarou Paulo Freire Costa

Em sua fala aos demais membros do seu partido, o PR, o Deputado Federal Paulo Freire Costa, se mostrou preocupado com os sucessivos déficits apresentados pela Previdência Social nos últimos anos.

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Por Assessoria de Imprensa

05/01/2018 10h20

Em sua fala aos demais membros do seu partido, o PR, o deputado Federal Paulo Freire Costa, se mostrou preocupado com os sucessivos déficits apresentados pela Previdência Social nos últimos anos. Para o deputado, o rombo acontece muito provavelmente a um possível conjunto de fatores que impactam as contas da Previdência Social. "A deterioração dos postos de trabalho, o aumento do emprego informal (sem carteira assinada), a má gestão dos recursos e o envelhecimento da população, é muito provavelmente a causa deste rombo financeiro, entretanto, o trabalhador não pode ser responsabilizado mais uma vez e convocado a pagar a conta pelos fracassos administrativos e pelo rombo previdenciário", destacou o deputado.

 

"Quando falamos em má gestão, apenas com isenções a alguns setores, como pequenas empresas e entidades filantrópicas, a Receita Federal estima que essas desonerações significaram algo em torno de R$ 65 bilhões em arrecadação a menos no ano passado. Por outro lado, basta olhar para o caso dos servidores federais, as aposentadorias e pensões de 982 mil pessoas (civis e militares) registrou um déficit em 2016 de R$ 77,2 bilhões. Já o INSS, que atendeu cerca de 27 milhões de aposentados e pensionistas no ano passado, teve déficit de R$ 149,7 bilhões. A diferença fica mais clara quando se calcula o tamanho do déficit por pessoa nos dois regimes. No INSS, equivale a R$ 5,5 mil por pessoa, enquanto entre servidores federais civis e militares chega a 77,2 mil", esclareceu o deputado Paulo Freire Costa.

 

Analisando as informações do próprio Ministério do Planejamento, a média paga aos inativos do Poder Executivo em 2016 foi de R$ 7.620. Já o Poder Judiciário, pagou em média R$ 22.245, enquanto os aposentados do Poder Legislativo receberam em média R$ 28.593 por mês. No INSS, por sua vez, o benefício médio está em R$ 1.287. Por essas informações fica claro que o problema não está nos benefícios pagos pelo INSS à grande parcela da população brasileira.

 

Para o deputado, outra questão que precisa ser levada em conta é o grande volume de dívida previdenciária - cerca de R$ 450 bilhões de contribuições não pagas pelas empresas. Pelos números da Procuradoria da Fazenda Nacional, no entanto, somente R$ 175 bilhões correspondem a débitos recuperáveis, já que muitas das empresas com dívidas são falidas, entretanto, uma força tarefa deveria ser empreendida para recuperar essas receitas, entende o deputado.

 

"Sou a favor da recuperação econômica do país na garantia de emprego e renda para os brasileiros, mas, não dá para penalizar mais uma vez os trabalhadores. A Bíblia nos adverte no livro do profeta Isaías capítulo 10.1-2: Ai daqueles que decretam leis injustas e dos escrivães que escrevem perversidades. Para prejudicarem os pobres em juízo, e para arrebatarem o direito dos aflitos do meu povo, e para despojarem as viúvas, e para roubarem os órfãos. Eu tenho obrigação como parlamentar que vota as leis que impactam diretamente os mais pobres deixar claro que seguirei o que diz a Bíblia. Do jeito que o Executivo apresentou a reforma da Previdência eu sou contra", finalizou o deputado Paulo Freire Costa..

 

 

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